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Deputada Estadual · PL

Rosângela Rosa — Nega Rô, candidata a Deputada Estadual do Paraná pelo PL, número 22002 Rosângela Rosa

NEGA RÔ

22002Deputada Estadual

Por você. Por nossa gente. Pelo Paraná.

Do CIC para o Paraná — fé · família · trabalho.

Rosângela Rosa, a Nega Rô, candidata a Deputada Estadual do Paraná
Deputada Estadual 22002
FéFamíliaTrabalhoDo CIC para o Paraná

Quem é a Nega Rô

Eu sou o CIC.

40+anos de trabalho
6anos quando chegou ao CIC
2filhos criados sozinha
6netos

Eu não vim de fora falar do CIC. Eu sou o CIC.

Cheguei ali com seis anos, com meus pais, vinda de Porecatu. Cresci numa casa de missionários, onde fé não era assunto de domingo — era jeito de viver.

Ainda menina, eu vi minha mãe no portão de uma creche, com o rosto cansado, implorando por uma vaga para poder trabalhar. Não tinha vaga. Não tinha apoio. Mas tinha uma mulher que não desistia.

Aos 24 anos, a vida me cobrou a mesma conta. Fiquei com dois filhos para criar sozinha. Fui vender móveis numa loja pequena para botar comida em casa. E não parei mais.

Da rádio ao turismo, da vendedora à empresária, foram mais de 40 anos construindo — sem herdar influência, construindo relacionamento.

No meio do caminho, enfrentei um câncer. Falaram do prognóstico difícil. Passei por uma cadeira de rodas. E entrei andando no casamento do meu filho.

Eu não preciso da política para viver. Eu preciso que a minha vitória sirva para alguém.

Passei 40 anos ajudando mulher por mulher. Uma por uma não dá conta. A decisão que muda a vida de mil de uma vez é tomada na Assembleia — e é por isso que eu estou aqui.

Trajetória

Quarenta anos de trabalho, um passo de cada vez.

  1. Infância

    Porecatu e a chegada ao CIC

    Nasce em Porecatu, no norte do Paraná, filha de missionários. Aos 6 anos vem com os pais para a Cidade Industrial de Curitiba. Cresce ali.

  2. Juventude

    O portão da creche

    Vê a própria mãe no portão de uma creche, com o rosto cansado, implorando por uma vaga para poder trabalhar. Não tinha vaga. Não tinha apoio.

  3. Aos 24 anos

    Dois filhos e nenhum plano B

    Cria dois filhos sozinha. Começa a trabalhar vendendo móveis numa loja pequena, para botar comida em casa.

  4. 1986

    Rádio Scala FM

    Entra na área comercial e sobe até a Direção Geral, ao lado do saudoso jornalista Dino Almeida. Uma mulher, com dois filhos, dirigindo uma rádio nos anos 80.

  5. 1996

    Rádio e TV Exclusiva

    Assume a Direção Comercial.

  6. 1998

    A virada para o turismo

    Entra no turismo pela área comercial da Rede de Hotéis Mabu — o mesmo hotel onde, em 2026, lançaria a candidatura.

  7. 2002

    A própria empresa

    Funda a RVS Consultoria em Hotelaria, hoje Grupo RVS Hotéis, da qual é CEO. Depois cria a Elevare Tecnologia, para desenvolver tecnologia no setor de turismo.

  8. A provação

    Entrou andando

    Enfrenta e vence um câncer. Falaram do prognóstico difícil. Passou por uma cadeira de rodas — e entrou andando no casamento do filho.

  9. Hoje

    Mentora, CEO e candidata

    Presidente do PL Mulher Curitiba, membro do MEX — rede de mulheres CEOs do Paraná — e da Academia de Cultura de Curitiba. Membro da Primeira Igreja Batista de Curitiba. Mãe de Henrique Elias e Carlos Eduardo, avó de seis netos. É a primeira eleição da vida dela.

“Não tinha vaga, não tinha apoio, mas tinha uma mulher que não desistia.”

Sobre a minha mãe, no portão da creche

As 5 bandeiras

O que eu vou brigar para fazer na Assembleia.

01

Nenhuma mãe para trás

Creche é pauta de trabalho, não é assistência.

Sem vaga na creche, a mãe não trabalha. E quando a mãe não trabalha, a família inteira trava. É a primeira bandeira desta campanha porque eu estava do outro lado daquele portão.

  • Creche Já Paraná — vagas de creche para quem precisa trabalhar
  • Voucher-Creche PR: a mãe escolhe onde deixar o filho com segurança
  • Auxílio-creche na alta temporada para quem trabalha em hotel e restaurante
  • Creche com Fé: cuidado infantil com valores, dentro das comunidades

02

Mulher que faz

O banco disse não. O Estado tem que entrar aí.

O banco olha a mulher da periferia com um negócio na mão e diz não. O Estado não precisa dar dinheiro — precisa dar aval. Quando uma mulher aprende a empreender e a gerar renda, ela transforma o futuro de toda a família.

  • Fundo de Garantia Microempreendedora: o Estado como avalista
  • Microcrédito feminino, com carência para o negócio andar
  • Mentoria, marketplace paranaense e coworking subsidiado
  • Igualdade salarial entre homens e mulheres

03

Dinheiro no bolso

Turismo é emprego para quem não tem diploma.

Santa Catarina leva a fama e o Paraná tem tudo. Falta gestão. Turismo aqui não é ajudar hotel — é gerar emprego para a camareira, o garçom, o recepcionista, o guia. É emprego na veia.

  • Crédito e estrutura para o setor que mais emprega sem exigir diploma
  • Foz, litoral, turismo rural, enoturismo e a Rota Gospel
  • Roteiros regionais: a cidade pequena também entra no mapa
  • Segurança e certificação para quem recebe o turista

04

Destrava Paraná

Quem trabalha não pode ser preso pela papelada.

Menos carimbo, mais trabalho. Um Estado que orienta antes de multar, que resolve pelo celular e que não faz o pequeno voltar amanhã por causa de uma assinatura.

  • Governo 100% digital e licenciamento único
  • Governo que educa em vez de multar
  • MEI Cultural: reconhecimento e formalização do trabalhador da cultura
  • Menos burocracia para quem produz e emprega

05

Fé que serve

Fé que não vira serviço é só discurso. A minha vira.

A igreja do bairro já faz o que o Estado não faz. Em vez de disputar, o Estado tem que caminhar junto — no acolhimento de quem está em recuperação, da mulher em crise e da família que está segurando as pontas.

  • Projeto Mulher em Recuperação: vagas de tratamento para mulheres
  • Parceria com igrejas e comunidades terapêuticas
  • Acolhimento de mulheres em situação de crise
  • Olhar para os 60+: cuidado de verdade para a melhor idade

Plano de governo

O que já está no plano.

O Paraná que faz: propostas concretas, viáveis e nascidas da vida real da Nega Rô. Toque em cada frente para ler a proposta completa.

01 · Nenhuma mãe para trás02 · Mulher que faz03 · Dinheiro no bolso04 · Destrava Paraná05 · Fé que serve
Casa do AmanhecerMelhor idade · 60+ Centro-dia para o idoso: cuidado, saúde e convívio o dia todo — e ele volta pra casa toda noite. Não é asilo, é um clube de dia.

O problema

A filha que trabalha fora liga três vezes por dia para saber se a mãe almoçou. A família que prometeu nunca colocar o pai num asilo e hoje não vê alternativa. Entre abandonar o emprego e abandonar o pai, hoje não existe meio-termo.

A proposta

  • Centro-dia: o idoso passa o dia acompanhado, com atividade, alimentação e cuidado de saúde
  • Volta para casa toda noite — a família continua sendo família
  • Alívio real para a filha ou o filho que cuida e precisa trabalhar
  • Convívio e propósito, que é o que segura a saúde de quem envelhece

Quem ganha com isso: Idosos e, sobretudo, filhas cuidadoras de 35 a 55 anos que trabalham fora.

Ofício MaiorMelhor idade · Trabalho Décadas de experiência de volta ao mercado, com dignidade, renda e propósito. Recomeçar não tem idade.

O problema

Ele acorda às seis da manhã por hábito de uma vida inteira e não tem para onde ir. O currículo dela é bom demais para o mercado que só olha a data de nascimento. Depois dos 50, a pergunta que trava tudo é: será que já é tarde?

A proposta

  • Qualificação e recolocação de trabalhadores 60+
  • Aproveitamento de quem tem ofício para formar quem está começando
  • Renda, convívio e propósito para quem ainda quer produzir
  • Combate ao descarte de trabalhador por idade

Quem ganha com isso: População 60+ que quer e precisa voltar ao trabalho.

Voucher-Creche PRPrimeira infância Vaga de creche garantida para a mãe trabalhar tranquila — educação e proteção na primeira infância.

O problema

Ela colocou o nome do filho na lista quando ainda estava grávida. Pediu demissão porque não tinha com quem deixar. A avó que já criou os seus está criando os netos para a filha poder trabalhar. Sem creche, a mulher não trabalha; sem trabalhar, ela não decide a própria vida.

A proposta

  • Creche Já Paraná: ampliação de vagas onde a fila é maior
  • Voucher-Creche: a mãe escolhe onde deixar o filho, com segurança e fiscalização
  • Auxílio-creche na alta temporada para trabalhadoras do turismo
  • Creche com Fé: parceria com comunidades que já acolhem crianças

Quem ganha com isso: Mães que precisam trabalhar e avós cuidadoras.

Mulher que FazEconomia feminina Microcrédito, mentoria, marketplace e coworking para a mulher empreender. Economia feminina de verdade.

O problema

Ela tinha o negócio pronto e faltou pouco dinheiro para começar. O banco disse não. Ela vende no grupo de WhatsApp, atende cliente na mesa da cozinha e ainda ouve em casa que aquilo não é trabalho de verdade.

A proposta

  • Fundo de Garantia Microempreendedora — o Estado como avalista de quem o banco recusa
  • Microcrédito feminino com condições que cabem em quem está começando
  • Mentoria: método, preço, gestão e venda — não só motivação
  • Marketplace feminino paranaense e coworking subsidiado
  • Igualdade salarial entre homens e mulheres

Quem ganha com isso: Microempreendedoras, autônomas e mulheres com crédito negado no banco.

Turismo que gera rendaO Paraná como destino O ouro bruto do turismo do PR virando emprego e renda: Foz, litoral, rural, enoturismo e a Rota Gospel.

O problema

O Paraná tem Foz, tem litoral, tem campo, tem vinho e tem fé — e mesmo assim o vizinho leva a fama e o emprego. Falta gestão, falta estrutura e falta colocar no mapa a cidade pequena que ninguém conhece.

A proposta

  • Crédito e estrutura para o setor que emprega quem não tem diploma
  • Roteiros regionais: litoral, turismo rural, enoturismo e Rota Gospel
  • Corredores de segurança e certificação para quem recebe o turista
  • Qualificação de camareira, garçom, recepcionista e guia

Quem ganha com isso: Trabalhadores do turismo e cidades pequenas que hoje ficam fora do mapa.

Destrava PRGoverno digital Governo 100% digital, licenciamento único e um Estado que educa em vez de multar.

O problema

A papelada que fez você chorar na fila. O carimbo que faltou. O 'volte amanhã'. E a multa que chegou antes de qualquer aviso, punindo quem nem sabia que estava errado.

A proposta

  • Governo digital: resolver pelo celular, sem fila e sem carimbo
  • Licenciamento único, com prazo e resposta
  • Estado que orienta e educa antes de multar
  • Menos burocracia para o comércio de bairro e para quem produz

Quem ganha com isso: Quem produz, empreende e sustenta o comércio de bairro.

Fé que ServeFé & ação social Parceria com igrejas e comunidades no acolhimento de dependentes, mulheres em crise e famílias.

O problema

A oração feita escondido, no desespero. A igreja do bairro que sustenta famílias fazendo o que o Estado não faz. O filho que voltou para casa e precisa de um lugar para recomeçar.

A proposta

  • Igrejas Fazendo Diferença: parceria estruturada com quem já acolhe
  • Apoio a comunidades terapêuticas
  • Projeto Mulher em Recuperação — vagas de tratamento para mulheres
  • Acolhimento de mulheres em situação de crise

Quem ganha com isso: Comunidades de fé, pessoas em recuperação e mulheres em situação de crise.

Saúde & PrevençãoTema transversal Prevenção em primeiro lugar: rastreamento de câncer, saúde mental e farmácia que chega em casa.

O problema

O exame que você está adiando por medo do resultado. A consulta que demora e o diagnóstico que chega tarde — quando o barato já saiu caro para a família e para o Estado.

A proposta

  • Rastreamento e diagnóstico precoce do câncer, com mamógrafo móvel
  • Saúde da mulher como prioridade permanente
  • Saúde mental na rede pública
  • Medicamento que chega em quem tem dificuldade de sair de casa

Quem ganha com isso: Mulheres, idosos e famílias que dependem da rede pública.

Educação & QualificaçãoTema transversal Educação técnica ligada ao mercado e bibliotecas como pontos de cultura e estudo.

O problema

Jovem formado sem saber para onde ir e vaga aberta sem ninguém qualificado para ocupar. Falta a ponte entre quem estuda e quem contrata.

A proposta

  • Educação técnica desenhada junto com quem emprega
  • Qualificação profissional no bairro, perto de quem precisa
  • Bibliotecas como pontos de cultura, estudo e acesso digital
  • Educação empreendedora desde cedo

Quem ganha com isso: Jovens, trabalhadores em transição e empresas do Paraná.

Segurança InteligenteTema transversal Policiamento preventivo e proteção da mulher — ouvindo quem está na ponta para poder fazer.

O problema

O medo de voltar do trabalho no escuro. A mulher que já denunciou e continua sendo ameaçada. O comerciante que fecha mais cedo porque a rua esvaziou.

A proposta

  • Policiamento preventivo, com presença onde o bairro pede
  • Proteção efetiva da mulher em situação de violência
  • Escuta permanente de quem está na ponta antes de legislar
  • Segurança para quem trabalha, empreende e circula

Quem ganha com isso: Mulheres, comerciantes e famílias dos bairros.

Meu contrato com você

Anota e me cobra.

Mandato não é passear em gabinete. É brigar por emenda, criar lei que funciona e fiscalizar cada centavo do seu imposto. Honestidade não é favor. É obrigação.

Emenda com endereço

Do valor de emendas que couber ao mandato, metade vai para creche e saúde — com endereço público e prestação de contas.

Creche Já Paraná

Projeto na mesa nos primeiros 100 dias de mandato.

Frentes de ação

Empreendedorismo feminino e valores cristãos organizados já no primeiro mês.

Painel da Verdade

Transparência total: o voto e o gasto do mandato, públicos e atualizados.

De graça · Sem cadastro

Material de campanha para você usar hoje.

Coloque a moldura na sua foto e mande as figurinhas no grupo. Tudo em menos de dois minutos, direto no celular.

Sua foto com a moldura da campanha

Serve para foto de perfil do WhatsApp, do Instagram e do Facebook — e tem versão de story. Foto de perfil com o número também é campanha.

  1. Passo 1

    Escolha a foto

    Pegue uma do seu celular. Foto de rosto fica melhor.

  2. Passo 2

    Ajuste

    Arraste com o dedo e aumente até o seu rosto ficar no meio.

  3. Passo 3

    Baixe

    Salve na galeria e troque no WhatsApp, no Instagram ou no Facebook.

1. Escolha a arte
2. Escolha o formato
Sua foto aparece aqui, atrás da moldura — e você ajusta como quiser.

Sua foto não sai do seu aparelho. O ajuste acontece dentro do seu próprio celular — a imagem não sobe para a internet e ninguém da campanha vê.

12 figurinhas · De graça · Sem cadastro

Figurinhas para o seu grupo.

Tem figurinha de bom dia e tem figurinha de campanha — 5 das 12 são de uso do dia a dia. Porque quem manda “bom dia” todo dia no grupo leva o 22002 junto, sem precisar discutir política com ninguém.

    Deixar salva no teclado do WhatsApp

    O botão verde manda a figurinha na hora. Para ela ficar guardada na aba de figurinhas, o próprio WhatsApp faz em três toques:

    1. Toque em Salvar no aparelho, embaixo do botão verde.
    2. Em qualquer conversa, toque no emoji e depois no ícone de figurinha. Lá tem o botão Criar.
    3. Escolha o arquivo salvo. Já vem no tamanho certo, com fundo transparente.
    Doação · Pix na conta oficial

    Quem paga esta campanha é você — ou ninguém.

    Primeira eleição da vida dela. Sem mandato, sem estrutura herdada, sem máquina. O que existe é o que a gente construir daqui até 4 de outubro de 2026.

    Deputado estadual não tem horário de televisão. Quem ainda não é conhecido só chega até você se pagar para aparecer — e esta é a primeira eleição da vida da Nega Rô: sem mandato anterior, sem estrutura herdada, sem sobrenome na urna.

    “Eu não preciso da política para viver. Eu preciso que a minha vitória sirva para alguém.”

    É exatamente por isso que o pedido chega até você, e não até quem gosta de cobrar a conta depois. Doar aqui é comprar o alcance que o cargo não dá de graça.

    Aqui não tem “sua doação transforma o Paraná”. Tem conta.

    O que o seu dinheiro compra.

    R$ 25,00

    Cerca de 500 santinhos impressos, na mão do eleitor.

    Na porta da escola e na feira, quem não tem papel na mão não existe. É o custo de uma pizza pequena virando 500 pessoas que passam a saber o número.

    R$ 50,00

    Um dia de anúncio no Instagram e no Facebook, mirado num bairro só.

    Um dia desses coloca a campanha na frente de alguns milhares de moradores daquele bairro — gente que nunca ouviria falar dela de outro jeito.

    R$ 100,00

    O combustível de um dia de rua.

    A equipe sai de manhã, roda quatro bairros e volta. Sem tanque cheio, a agenda simplesmente não acontece.

    R$ 250,00

    Mil folhetos do plano de governo, impressos.

    Santinho mostra o rosto e o número. O folheto é onde a pessoa lê o que ela vai fazer — creche, 60+, microcrédito, turismo — e decide.

    Doação eleitoral não dá desconto no Imposto de Renda e não gera nenhum benefício para quem doa. O retorno é o que está escrito aqui em cima — e o mandato, se ele vier.

    Antes de doar, leia

    As regras, sem letra miúda.

    Para onde vai o dinheiro
    Direto para a conta bancária oficial de campanha, no CNPJ 68.519.477/0001-11. Nenhum valor passa por conta pessoal.
    Só pessoa física pode doar
    Empresas não podem doar para campanha eleitoral no Brasil. Também não podem entidades religiosas, sindicatos, ONGs que recebam recurso público e concessionárias de serviço público.
    Doe da sua própria conta
    A doação precisa sair da conta ligada ao seu CPF. Não vale doar pela conta de outra pessoa. Não aceitamos dinheiro em espécie nem criptomoeda.
    Nada vindo do exterior
    Mesmo sendo brasileiro, se o recurso sair de conta no exterior a doação é proibida por lei.
    Seu limite é 10% dos seus rendimentos brutos de 2025
    Quem não declara Imposto de Renda usa como base o limite de isenção. Doar acima do seu limite gera multa de até 100% do excedente — para você, doador, não para a campanha (Lei 9.504/97, art. 23, §§ 1º e 3º).
    Não existe doação anônima
    Seu nome, seu CPF e o valor entram na prestação de contas pública da campanha, no TSE. É assim que a lei garante a transparência.
    Recibo
    Desde 2026, doação por Pix é dispensada de recibo eleitoral (Res.-TSE 23.752/2026). O comprovante do seu banco é a sua prova.
    Idade e prazo
    Aceitamos doação de maiores de 18 anos, com conta e renda próprias. As doações vão até 4 de outubro de 2026, dia da eleição.

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    Leva menos de um minuto.

    Você preenche, a página gera o Pix e você paga no aplicativo do seu banco.

    Quanto você quer doar?
    Precisa ser igual ao do CPF: é assim que a doação entra na prestação de contas. Toda doação eleitoral é registrada em nome de quem doou — por isso a lei pede o CPF (Resolução TSE 23.607/2019, art. 26, I). Só para a campanha falar com você sobre esta doação.

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    Pix copia e cola

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    Quem trata. Os dados desta página são tratados pela campanha de Rosângela Rosa (Nega Rô), candidata a Deputada Estadual do Paraná pelo PL — Partido Liberal, número 22002, CNPJ de campanha 68.519.477/0001-11.

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